Cambio CVT - ruido e aquecimento do cambio automatico CVT



O problema do câmbio CVT


O câmbio automatico CVT quando exigido no seu limite de troca de marchas por um período de tempo e repetições mais longos sofre aumento de temperatura podendo sofrer alterações físicas e perda na capacidade de lubrificação dos componentes internos do CVT bem como queda de pressão por aeração (presença de ar no fluído) ou contaminação com agua ou aditivos refrigerantes do sistema de arrefecimento co motor .Com a elevação da temperatura, caso haja restrição de demanda suficiente de oleo para sistema ou formação de bolhas de vapor ide agua no oleo pode gerar cavitação da bomba de oleo e por consequência produzir um zumbido forte e perda de eficiência do CVT.


Esse aumento na temperatura de funcionamento do câmbio ultrapasse a 105 ºC e o atrito excessivo entre as partes metálicas móveis geram a degradação imediata do óleo. Caso haja elevação de temperatura do oleo muito expressivas óleo deve ser substituído e uma analise da possibilidade de contaminação de água considerada no diagnóstico. Com o aumento continuo da temperatura do oleo haverá a degradação e envernizamento do fluído.


Basicamente, o problema de aquecimento pode se apresentar de três formas


1- apenas o zumbido no cambio isoladamente;

2- ativação no painel de instrumentos da advertência de mal funcionamento da transmissão automática (sinal luminoso amarelo: SLOW DOWN, TRANSMISSION OVERHEATING ou simplesmente a ativação do ícone indicativo de mal funcionamento de cambio automático no painel);

3-ruído de zumbido + aviso no painel e entrada em modo de segurança, fazendo com que o carro tenha que continuar emavelocidade reduzida por algum tempo.

Breve histórico


O Mitsubishi Lancer chegou inicialmente importado do Japão, com um pacote de equipamentos diferenciado e específico para o Brasil (BRAZIL SPEC). Neste, infelizmente houve um erro de avaliação com relação ao controle de temperatura de funcionamento do câmbio.


Vários relatos relacionados ao barulho no CVT começaram a ocorrer já em 2012. Foram inicialmente acionadas as concessionárias, que acabavam encaminhando os casos para a montadora avaliar o problema.


Essas ocorrências começaram a se repetir, o recurso era então abrir uma reclamação formal através do SAC da Mitsubishi. Em alguns casos a montadora decidiu não fazer recall, se restringindo, na ocasião, a instalar o cooler de quatro saídas nos carros que notadamente apresentavam o problema.


No final de 2013, os modelos importados começaram a vir já com o Kit cooler instalado de fábrica. Para alguns, a redução de temperatura que o kit proporcionou já resolveu. Para outros, o problema persistiu.


Com o inicio da montagem do Lancer no Brasil (Catalão/GO) e com o térmico do contrato de parceria entre a Mitsubishi e a Castrol, partiu-se então para o uso de um outro lubrificante e deixaram de lado o CASTROL TRANSMAX CVT passando a utilizar o LUBRAX CVTF J4.


A substituição do sistema de trocador de calor do oleo do CVT ajudou a reduzir as ocorrências dos problemas mas ainda assim, para alguns proprietários que exigem mais do câmbio, o sintoma persistiu.


Alternativas e Upgrade


Já fora do âmbito da montadora, algumas pessoas procuraram outras alternativas para sanar o problema. Uma delas foi o uso de outro óleo, desta vez o MOTUL MULTI CVTF. Com esse óleo, os relatos dão conta que o problema foi atenuado.

Outra solução alternativa recente foi a adoção de um radiador aerado maior ou com com ventilação forçada e acionada por termostato, em substituição ao kit original de fábrica.


A Pradomatic:

Encontrei este texto de autoria da Mitsubishi Funs, achei o conteúdo muito interessante e com fundamento Tecnico.

"Eu concordo com os pontos técnicos aqui relatados e vejo como em caso de uso esportivo do carro uma adequação com sistema de resfriamento aerado do óleo combinado com o sistema “Heat Exchanger” de água atualizado com 4 saídas."


Caso tenham interesse, a PRADOMATIC se dispõe para exames, diagnósticos, e aplicar adequações do sistema de troca d calor do oleo além da troca de óleo e filtros.

Tenho razões para acreditar que a troca de filtros poderá irá atenuar o problema em pelo menos 70% , caso não haja contaminação com água no fluído uma vez que este sintoma é menos presente nos carros quando novos, visto que esta ocorrência é mais comum nos carros com + de 70 k. Km."


Creditos : Mitsufans - www.mitsufans.com.br

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